domingo, 15 de abril de 2012
Domingo
Domingo nada de especial tem. Simplesmente ocorre uma vez a cada sete. Para todos que trabalham comercialmente Domingo é dia de cama, mesa farta e banho quente. Domingo, para estes também é dia de tormento, pela semana que virá, pelos seis dias de labuta. é verdade que a sexta já carrega para os trabalhadores o semi-alivio do sábado. Não há momento de maior paz, onde cantem mais harmoniosos os galhos que se roçam no verde, do que no sábado, depois do trabalho. A segunda parece distante. Para os que estudam esse dia é a sexta. Dia de graças, depois do almoço, liberdade total. Já o domingo carrega o peso da segunda, e o peso das tarefas não feitas na sexta, empurradas para o sábado, e acham no domingo seu habitat. Domingo é dia que não tem empregada, logo ou é dia de ir almoçar fora, num restaurante que normalmente se repete, ou é dia de comer sobras. Feijão em pote de sorvete, bife temperado há uma semana, arroz geladinho, suco de caixa. Domingo meus amigos, é o dia que eu pulo.
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